Nó de Deus que me torce
E me engelha a paz
De não saber o que é a dor
De sentir mais do que nada
Para além de mim.
Nó esse que me transtorna
Enquanto me traz os sonhos mais belos
Que são pesadelos tenebrosos
Só por eu saber
Que nunca lhes poderei tocar.
Vida a minha que conduzo
E deixou de avistar sinais
Possíveis de decifrar
De olhos abertos.
Larga o volante
Larga os pedais
Mas
Nunca largues o travão!
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Redondamente quadrado
Na beleza da estupidez do baixo
Giro à volta de um quadrado
Tentando subir ao telhado
E esquecer o concreto.
Não cobiço as nuvens
Cobiço cobiçá-las
Mesmo sem saber
Se as quero.
Limito-me a empurrar
A pálpebra do meu coração
Para que esta abra
E apague a luz que incide nos meus olhos.
É aí que dou vida aos meus sonhos
Conjeturando os passos
Que estarei a dar
Na realidade que desconheço.
Um dia irei desabrochar
Sem reparar na diferença!
Giro à volta de um quadrado
Tentando subir ao telhado
E esquecer o concreto.
Não cobiço as nuvens
Cobiço cobiçá-las
Mesmo sem saber
Se as quero.
Limito-me a empurrar
A pálpebra do meu coração
Para que esta abra
E apague a luz que incide nos meus olhos.
É aí que dou vida aos meus sonhos
Conjeturando os passos
Que estarei a dar
Na realidade que desconheço.
Um dia irei desabrochar
Sem reparar na diferença!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
"um não sei quê"
Sombra na alma que arrebata o bater do fulgor intocável
Rude coisa mais que coisa sem nome
Criadora dos confins do universo incriáveis
Apaixonada pela dor do tudo pouco mais que nada
Vibrando com a fraqueza dos animais
Que dizem ser humanos
Sem receio de perder o lar.
Mas quem são esses que a chamam amor
Sem saberem quem ela é?
Teresa Poças
Rude coisa mais que coisa sem nome
Criadora dos confins do universo incriáveis
Apaixonada pela dor do tudo pouco mais que nada
Vibrando com a fraqueza dos animais
Que dizem ser humanos
Sem receio de perder o lar.
Mas quem são esses que a chamam amor
Sem saberem quem ela é?
Teresa Poças
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